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Sal e Luz

Posted by BenneDen on March 13, 2018 at 9:50 AM

Seja Sal e Luz


“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16).



 Pense em uma escolha que você fez recentemente. O que lhe levou a tomar essa decisão?

 Pense em um modo novo de se vestir, cortar o cabelo ou até mesmo de falar. O que lhe levou a esse comportamento?


Pode haver inúmeras razões envolvidas, mas, a realidade é que, sem que percebamos, o comportamento de outras pessoas têm enorme influência sobre nossas preferências, nossas decisões e personalidades. Isso é influência social do mundo sobre nós e nos faz entender que há influências sutis e quase invisíveis por trás de nossas escolhas e por trás de nossos comportamentos.

Provavelmente, a maior de todas as tragédias da igreja ao longo de sua história tem sido a sua conformação à cultura do mundo, em lugar de desenvolver uma contracultura cristã”.



I – O PODER DA INFLUÊNCIA

Que influência devemos exercer num mundo tão cheio de maldade, corrupção e violência?

Para definir a natureza da influência que deve acontecer no mundo, Jesus usa duas figuras comuns do lar – sal e luz. Qual é o lar, por mais pobre que seja, que não usa tanto o sal como a luz? Sal e luz são itens indispensáveis em qualquer lar.


II – VOCÊS SÃO O SAL DA TERRA (Mt 5.13)

1. A função do sal (v.13)

a. Sal é tempero que – dá sabor à comida – A influência do crente no mundo deve ser como o sal para a comida – o crente deve dar um novo sabor ao ambiente do trabalho, da fábrica, da faculdade, etc. Será que a nossa presença tem essa influência positiva?


b. Sal é preservador – evita a putrefação

O crente deve ter uma influência antisséptica no mundo. A presença do crente deve evitar a propagação do mal, combatendo a podridão ao seu redor.

Os cristãos são colocados por Deus numa sociedade secular para retardar o processo de podridão.


2. A eficácia do sal (v.13) A eficácia do sal é a sua salinidade. Para continuar a ser útil, o sal não pode perder sua qualidade de salinidade.

A salinidade do crente vem de sua pureza, de sua santidade.


Se o crente é “o sal da terra”, tem de ser um exemplo de pureza.

Uma das características da sociedade em que vivemos é o rebaixamento dos padrões de pureza. Não há mais restrições na área moral.

O crente é “chamado a ser um purificador moral em um mundo decadente, onde os padrões morais são baixos ou inexistentes.

O problema, muitas vezes, é que o crente se deixa contaminar pelas impurezas do mundo, e, por isso, perde a sua qualidade de salinidade.

O Problema não é o crente no mundo, mas o mundo no crente.


a. É irrecuperável – “como lhe restaurar o sabor?” Não há remédio para o sal sem sua salinidade.

b. É inútil – “para nada mais presta.”

c. É condenado à destruição – “lançado fora, ser pisado pelos homens!”.


Se não estamos sendo úteis, então seremos jogados fora. Inutilidade sempre traz desastre. E não se esqueça! O crente é sal, e não açúcar!


III – VOCÊS SÃO A LUZ DO MUNDO (Mt 5.14-16)

Paulo nos lembra que “o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo” (2Co 4.4).

1. A função da luz (v.14-15)

Ilumina, clareia, torna possível ver.


a. A luz deve brilhar no MUNDO – é bom observar que o lugar onde devemos brilhar para Jesus é o mundo, onde as trevas dominam.

Jesus convoca Seus seguidores a ser aquilo que Ele mesmo é – “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12). A luz de Jesus, brilhando nos discípulos, aparece em cada rosto, nas palavras, nas ações, e ilumina o mundo ao redor.


O nosso testemunho público deve ser visto na maneira como tratamos o balconista na loja, a doméstica em casa, o porteiro no prédio, o empregado no serviço.

Jesus não disse – “Vós sois a luz da igreja”, mas “Vós sois a luz do mundo”.

b. A luz dissipa as trevas e traz a visão real – Paulo, ao escrever aos filipenses, enfatiza sua função: “Inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo” (Fp 2.15). O mundo não pode permanecer nas trevas, na ignorância, sem o Evangelho e sem Cristo. A luz revela os perigos que nos cercam neste mundo tenebroso e torna possível o entendimento da verdade.

 

2. O resultado da luz (v.16)

a. Outros podem ver as nossas boas obras –Essa expressão abrange tudo o que o crente faz e diz, demonstrando seu testemunho cristão diário.

b. Outros podem glorificar ao nosso Pai Celestial – Nossas boas obras não devem chamar a atenção para nós, mas para Deus. “Quando os homens veem tais obras, disse Jesus, glorificam a Deus, pois elas encarnam as boas novas do Seu amor que nós proclamamos” (Stott).


CONCLUSÃO

O crente precisa exercer sua influência neste mundo tenebroso, tentando evitar a deterioração moral da sociedade e a ignorância espiritual desta geração.

Assim aprendemos que fomos colocados na sociedade com este papel duplo:

sal, para interromper, ou pelo menos retardar o processo da corrupção moral do mundo;

luz, para desfazer as trevas e dar a visão espiritual da verdade.

Seja Sal, seja LUZ.



Categories: Mensagem de Domingo, Pastorais, Pare e Pense

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