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Tolerancia

Posted by BenneDen on November 19, 2017 at 6:10 AM

A Tolerância Pós-Moderna

Nesta geração surgiu a filosofia comportamental da tolerância dizendo que devemos não somente aceitar aqueles que diferem de nós em pensamento e atos, mas aprovar suas ideias e práticas como legítimas, sejam elas quais forem.

A tolerância pós-moderna é “Disposição de aprovar, abraçar e adotar, modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos nossos”.

Os cristãos devem avaliar a “tolerância pós-moderna” como falsa, perigosa, ímpia e antibíblica.


1- A tolerância pós-moderna é falsa.

A tolerância pós-moderna é falsa porque é intolerante. Ela não admite nenhuma forma de opinião ou disposição em contrário, colocando uma mordaça nos que pensam diferente, impedindo a liberdade de expressão e a pluralidade de opinião, ou seja, a tolerância pós-moderna é totalmente intolerante. Por isso ela é falsa.

A tolerância pós-moderna é falsa porque mente, finge a busca de aceitação social da diversidade de pensamentos e comportamentos, quando na verdade quer impor sua cultura de modo que todos tenham que seguir, abraçar ou adotar tais ideias e estilos de vida.

2- A tolerância pós-moderna é perigosa.

É perigosa porque leva à acomodação da igreja diante do pecado e do mundo. Deus chama a igreja à viver em oposição ao pecado e ao mundo, e em devoção a Deus.

Falhando em viver em santidade a igreja não tem nenhum direito de chamar a si mesma de igreja de Cristo, e nenhuma autoridade de denunciar o pecado porque não será diferente do mundo.

Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes? Jo 8:46

Porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo. 1 Pedro 1:16

3- A tolerância pós-moderna é ímpia e antibíblica.

A visão de tolerância pós-moderna é ímpia e antibíblica, pelo fato de rejeitar Deus e a Sua Palavra como padrão à vida humana, afirmando que devemos tolerar, aprovar e abraçar as ideias e práticas dos homens e não de Deus. O homem coloca-se como um juiz do certo e do errado.

A Palavra de Deus claramente proíbe o assassinato: "Não matarás" (Êxodo 20:13). Mas a sociedade, embora condenando o assassinato de um adulto, passa a tolerar o assassinato de bebês em gestação e, em muitos casos, o assassinato de uma pessoa em coma.

A Palavra de Deus claramente proíbe o adultério e todas as perversões sexuais, declarando que o sexo é permissível somente entre o marido e sua esposa: "Não adulterarás" (Êxodo 20:14; 1Coríntios 5:1-5 e Hebreus 13:4). Mas a tolerância pós-moderna permite o adultério e a sexualidade extraconjugal de todos os tipos, e clama por tolerância na questão do homossexualismo.

O homem dá uma nova versão as Escrituras, interpretando-a numa premissa errada, que um Deus que ama uma pessoa ignora ou tolera os pecados da mesma.

O homem pós-moderno considera-se independente para construir suas próprias ideias de moralidade. Tudo isso revela que o homem abandonou Deus e sua Palavra como o padrão de certo e errado. Os homens não querem que Deus lhes diga o que fazer! O homem quer ser o juiz do certo e do errado.


A Intolerância de Jesus Diante do Pecado

A bondade e a paciência de Jesus Cristo com os pecadores não significa tolerância para com o pecado.

E não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as; Ef 5:11


1. Jesus foi totalmente intolerante diante do falso ensino dos escribas e fariseus. Ele confrontou diretamente os falsos mestres com os repetitivos, "Ai de vós ... hipócritas, guias cegos." Mt 23:13; Lc 11:42

2. Jesus foi totalmente intolerante com a maldade dos homens. Ele frequentemente expôs a verdadeira natureza dos homens usando nomes de animais para descrevê-los figurativamente. Ele chamou os fariseus de "descendência de serpentes", Herodes "uma raposa", falsos mestres de "lobos", e pagãos não regenerados "cães".


Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? (Mateus 23:33).

Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos... (João 8:44)

3. Jesus foi totalmente intolerante com a ganância e a corrupção dos cambistas no templo de Jerusalém. Ele foi enérgico ao fazer um chicote, expulsar os vendilhões e derrubar as suas mesas no lugar de adoração. (Mt 21:12)


A Tolerância de Jesus Diante do Pecador

A verdadeira Tolerância é "Disposição de admitir, nos outros, modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos nossos".

O modelo da verdadeira tolerância é encontrado em Jesus Cristo. Ele diz respeito ao amor de Jesus para com o pecador, sem compartilhar, no entanto, com os erros e transgressões dos homens.

Jesus Cristo, quando estava agonizando na cruz, não odiou seus algozes, mas orou:

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Jo 23.34).

Jesus perdoou a mulher apanhada em adultério.

Respondeu ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais. Jo 8:11


A tolerância verdadeira consiste em:

• Amar o pecador e lhe dar oportunidade de arrependimento.

No contexto bíblico, amor não é sinônimo de impunidade, assim como paciência não é o mesmo que relaxamento.

Amar o pecador e ser paciente com ele, dando-lhe oportunidade de arrependimento, não significa tolerar o pecado e nem excluir a disciplina. A oportunidade de arrependimento deve vir acompanhada de uma advertência energética contra o pecado, a fim de que o pecador possa reconhecer, sentir e confessar a sua culpa, desejando não mais praticar a transgressão.


O Cristão Pode Julgar?

Os militantes da tolerância pós-moderna dizem que não. Mas, as Escrituras Sagradas afirmam algo bem diferente.

É dever do cristão julgar de acordo com as Sagradas Escrituras.

• João 7:24 - Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.

• Lucas 12:57 - E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?

• 1 Coríntios 1:15 - Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo.

• 1 Coríntios 5:12 - Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro?

• 1 Tes 5:21 – Julgai todas as coisas, retende o que é bom.

• 1 João 4:1 - Não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.

O cristão não pode julgar em desacordo com as Escrituras.

1. Julgamento hipócrita – Mt 7:5; Rm 2:1

2. Julgamento superficial – Jo 7:24; 1 Tm 5:19

3. Julgamento difamatório – Tg 4:11


O Julgamento envolve dois fatores principais.

1. Primeiro, o cristão observa, depois avalia o que observou, considerando os aspectos ou implicações e, por último, chegando a uma conclusão, expressa uma opinião com respeito a se o que observou é bom ou ruim, certo ou errado.

2. O segundo fator principal envolvido no julgamento é o da sentença. Essa parte compete a Deus, o supremo Juiz de todos os homens. Se o juiz descobre que o acusado é culpado do crime, então ele o sentencia a um castigo apropriado. Se o juiz descobre que o acusado é inocente, então o deixa livre de castigo, dando-lhe a sentença de liberdade.

Ao dizer que o cristão deve julgar, temos em mente primariamente o primeiro sentido de julgar, ou seja, o de decidir o que é certo e o que é errado, o bem e o mal. Todo julgamento cristão deve envolver tal determinação. O segundo sentido pertence a Deus – Tg 4:12. Somente em poucos casos nosso dever de julgar envolverá também o pronunciamento de uma sentença disciplinar em nome do SENHOR. Mt 16:19; 1 Co 5:13


Conclusão

1- Julguemos então pela reta justiça! A Escritura é a única base para a nossa moralidade.

Julgar usando outro padrão que não a Palavra de Deus é errado. Usando a Palavra de Deus, devemos julgar o pecado como sendo pecado, sabendo que o nosso julgamento estará de acordo com o julgamento de Deus no Dia do Trono Branco, pois ele também usará sua Palavra como seu padrão de julgamento. Jo 12:48

2- Cuidado com aqueles que, ao contrário de Jesus:

 Não se opõem ao pecado;

 Aprovam o pecado;

 Sancionam o pecado;

 Abençoam o pecado.


Ensinar a tolerância ao pecado é ser conivente com o erro e se posicionar contra a justiça de Deus. O pecado pode até ser aceito por leis humanas e incentivado pelos governantes e dominadores deste mundo tenebroso, mas jamais será tolerado por Deus. O pecado é tão grave que leva o pecador à condenação eterna se não houver arrependimento. Isso explica o porquê da primeira expressão do evangelho: “Arrependei-vos” - (Marcos 1:15).


SEMPRE ALERTA!

 


Categories: Mensagem de Domingo, Pare e Pense, Artigos

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