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O Reino de Deus

Posted by BenneDen on January 22, 2018 at 7:05 PM Comments comments (0)


Introdução

O governo moral de Deus sobre os homens

Ricos e pobres, famosos e anônimos, todos nós vivemos segundo certas normas e hábitos.

Podemos classificar os seres humanos em dois grupos: os que vivem como querem e os que vivem como Deus quer. Estes dois estilos de vida são opostos entre si e refletem a influência e o domínio de seus respectivos reinos.

1. O Império das Trevas – cada um vive para fazer a sua vontade;

2. O Reino de Deus – cada um vive para fazer a vontade de Deus.


O homem é um ser criado com responsabilidade moral e capacidade de decisão. Você decide em que reino quer viver e a que Rei deseja servir.

Deus, autoridade suprema do reino, expressa sua vontade ao homem por meio de sua palavra, esperando dele uma sujeição consciente e voluntária.

O homem é um ser criado com responsabilidade moral e capacidade de decisão.

O homem é responsável por obedecer de modo consciente e voluntário à Palavra do Rei, reconhecendo e se submetendo ao governo do Rei.

E que nos tirou do império das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado. Cl 1:13



Reino

É um território sob o governo de um rei. O governo se estende sobre terras e seus habitantes. Nos tempos bíblicos, a maioria dos povos era governada por reis. Por isso, as nações eram chamadas reinos.

O reino de Deus não tem qualquer mistério: significa que Deus é rei.

1. O que as pessoas pensam e fazem não modifica o fato do reino de Deus.

2. O que acreditamos e fazemos influencia a nossa posição no reino de Deus.

O reino de Deus é o governo de Deus no coração da pessoa humana, na sua vontade, no seu intelecto, no seu ser integral, e assim: é um reino espiritual, não material; um reino moral, não nacionalista.

O reino de Deus é uma realidade presente, invisível, mas real. Deus exerce Seu governo, domínio e soberania agora, no coração de seu povo. Mas o reino de Deus é também uma realidade futura – Jesus voltará e reinará sobre as nações.

Os profetas bíblicos se referiram à realeza de Deus, assim como Seu domínio sobre o céu e a terra — e Seu futuro reinado sobre todas as nações da Terra. Muitos judeus do primeiro século estavam, como José de Arimateia, “esperando o reino de Deus” (Marcos 15:43) — isto é, aguardando a sua manifestação visível no futuro.



A Pregação do Reino de Deus

O Reino de Deus foi o âmago e o núcleo do ensinamento de Jesus Cristo. O assunto era tão dominante na mensagem de Jesus que Seu primeiro sermão registrado nas Escrituras foi:

O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho. (Marcos 1.15)

Jo 18:36 –o meu reino não é deste mundo.

 

Suas últimas reflexões falaram do reino de Deus:

...aos quais também, depois de haver padecido, se apresentou vivo, com muitas provas infalíveis, aparecendo-lhes por espaço de quarenta dias, e lhes falando das coisas concernentes ao reino de Deus. (Atos 1.3).



A Igreja Primitiva pregava o Reino de Deus

Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres. (Atos 8:12)

E, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, disputando e persuadindo-os acerca do reino de Deus. (At 19: 8

E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto. (Atos 20:25)

Pregando o reino de Deus, e ensinando com toda a liberdade as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum. (Atos 28:31)


A pregação do Reino de Deus é até o Fim

Jesus disse: “Este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mateus 24:14).

E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. (Ap 11:15)



O Reino de Deus – o Tesouro da Vida

O governo de Deus na vida é algo de tamanha substância que Jesus o apresenta como um tesouro sem comparações.

O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem, ao descobri-lo, esconde; então, movido de gozo, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou. (Mt 13.44-46).


O Reino de Deus é uma dádiva, uma concessão graciosa, mas custa o que se tem para nele entrar (Mateus 6.33).

Não podemos entrar no Reino sem primeiro recebê-lo.

“Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele” (Marcos 10:15).

“Por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus” (Atos 14:22). Eles ainda não tinham entrado.

“Porque assim vos será no futuro amplamente concedida a entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 1:11) .

É importante compreender que entrar no Reino de Deus, no sentido pleno, exige uma mudança no nível de existência. Devemos ser glorificados para viver plenamente no reino de Deus.



Conclusão

O homem deve ser guiado por uma meta, um propósito maior. Sem a visão certa, errará o alvo e, por fim, perecerá.

“Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15:19).

Buscar primeiro o Reino de Deus (Mateus 6:33). O Reino de Deus é realmente a razão da nossa existência! Tudo o que fazemos é para o futuro que Deus trará.

Sem a visão certa, vamos circular longe de Deus e, por fim, perecer.

O Reino de Deus é a razão da nossa existência, por isso seguimos para o alvo! Fl 3:14

Prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.

Viva Para o Rei Jesus!

Devemos orar, estudar as Escrituras, planejar e trabalhar diligentemente para que o Reino de Deus seja expandido, a partir do lugar onde vivemos, até os confins da Terra.


Casamento e Divorcio

Posted by BenneDen on January 15, 2018 at 8:35 AM Comments comments (0)



O Pacto matrimonial é seríssimo. Trata-se de uma aliança de sangue, ou seja, de validade até a morte ( 1Co 7:39).

Os aliançados tornam-se “uma só carne”, uma unidade, o casal (Mt 19:6). Compartilham alegrias e sofrimentos, trabalhos e diversões, vitórias e derrotas, ganhos e perdas, problemas e soluções, juventude e velhice até a morte.


E quando o relacionamento torna-se infiel? E quando há traição? Um ferimento grave, mas não mortal. O profundo arrependimento e o perdão podem trazer a cura.


E as cicatrizes? São marcas que testemunham a cura.


E sobre o divórcio? Deus odeia o divórcio (Ml 2:16), mas, diante da infidelidade conjugal, permite ao cônjuge traído o direito a um novo casamento (Mt 5:32; 19:9). Essa permissão não é um troféu de conquista. Na ruptura da aliança matrimonial não há celebração religiosa, não há festa e nem convidados especiais. Como comemorar a falência de um pacto vitalício? O divórcio é, na ótica bíblica, uma tragédia e não solução. Trata-se de uma possibilidade restrita, permitida com tristeza, como exceção e, por isso, deve-se fazer sempre o máximo de empenho para reconciliar e restaurar o casamento.



Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem. Mt 19:6

Irmãos, falo como homem. Um pacto, embora de homem, uma vez confirmado, ninguém o anula, nem lhe acrescenta coisa alguma – Gl 3:15.


Pense Nisso!



Tolerancia

Posted by BenneDen on November 19, 2017 at 6:10 AM Comments comments (0)

A Tolerância Pós-Moderna

Nesta geração surgiu a filosofia comportamental da tolerância dizendo que devemos não somente aceitar aqueles que diferem de nós em pensamento e atos, mas aprovar suas ideias e práticas como legítimas, sejam elas quais forem.

A tolerância pós-moderna é “Disposição de aprovar, abraçar e adotar, modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos nossos”.

Os cristãos devem avaliar a “tolerância pós-moderna” como falsa, perigosa, ímpia e antibíblica.


1- A tolerância pós-moderna é falsa.

A tolerância pós-moderna é falsa porque é intolerante. Ela não admite nenhuma forma de opinião ou disposição em contrário, colocando uma mordaça nos que pensam diferente, impedindo a liberdade de expressão e a pluralidade de opinião, ou seja, a tolerância pós-moderna é totalmente intolerante. Por isso ela é falsa.

A tolerância pós-moderna é falsa porque mente, finge a busca de aceitação social da diversidade de pensamentos e comportamentos, quando na verdade quer impor sua cultura de modo que todos tenham que seguir, abraçar ou adotar tais ideias e estilos de vida.

2- A tolerância pós-moderna é perigosa.

É perigosa porque leva à acomodação da igreja diante do pecado e do mundo. Deus chama a igreja à viver em oposição ao pecado e ao mundo, e em devoção a Deus.

Falhando em viver em santidade a igreja não tem nenhum direito de chamar a si mesma de igreja de Cristo, e nenhuma autoridade de denunciar o pecado porque não será diferente do mundo.

Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes? Jo 8:46

Porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo. 1 Pedro 1:16

3- A tolerância pós-moderna é ímpia e antibíblica.

A visão de tolerância pós-moderna é ímpia e antibíblica, pelo fato de rejeitar Deus e a Sua Palavra como padrão à vida humana, afirmando que devemos tolerar, aprovar e abraçar as ideias e práticas dos homens e não de Deus. O homem coloca-se como um juiz do certo e do errado.

A Palavra de Deus claramente proíbe o assassinato: "Não matarás" (Êxodo 20:13). Mas a sociedade, embora condenando o assassinato de um adulto, passa a tolerar o assassinato de bebês em gestação e, em muitos casos, o assassinato de uma pessoa em coma.

A Palavra de Deus claramente proíbe o adultério e todas as perversões sexuais, declarando que o sexo é permissível somente entre o marido e sua esposa: "Não adulterarás" (Êxodo 20:14; 1Coríntios 5:1-5 e Hebreus 13:4). Mas a tolerância pós-moderna permite o adultério e a sexualidade extraconjugal de todos os tipos, e clama por tolerância na questão do homossexualismo.

O homem dá uma nova versão as Escrituras, interpretando-a numa premissa errada, que um Deus que ama uma pessoa ignora ou tolera os pecados da mesma.

O homem pós-moderno considera-se independente para construir suas próprias ideias de moralidade. Tudo isso revela que o homem abandonou Deus e sua Palavra como o padrão de certo e errado. Os homens não querem que Deus lhes diga o que fazer! O homem quer ser o juiz do certo e do errado.


A Intolerância de Jesus Diante do Pecado

A bondade e a paciência de Jesus Cristo com os pecadores não significa tolerância para com o pecado.

E não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as; Ef 5:11


1. Jesus foi totalmente intolerante diante do falso ensino dos escribas e fariseus. Ele confrontou diretamente os falsos mestres com os repetitivos, "Ai de vós ... hipócritas, guias cegos." Mt 23:13; Lc 11:42

2. Jesus foi totalmente intolerante com a maldade dos homens. Ele frequentemente expôs a verdadeira natureza dos homens usando nomes de animais para descrevê-los figurativamente. Ele chamou os fariseus de "descendência de serpentes", Herodes "uma raposa", falsos mestres de "lobos", e pagãos não regenerados "cães".


Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? (Mateus 23:33).

Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos... (João 8:44)

3. Jesus foi totalmente intolerante com a ganância e a corrupção dos cambistas no templo de Jerusalém. Ele foi enérgico ao fazer um chicote, expulsar os vendilhões e derrubar as suas mesas no lugar de adoração. (Mt 21:12)


A Tolerância de Jesus Diante do Pecador

A verdadeira Tolerância é "Disposição de admitir, nos outros, modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos nossos".

O modelo da verdadeira tolerância é encontrado em Jesus Cristo. Ele diz respeito ao amor de Jesus para com o pecador, sem compartilhar, no entanto, com os erros e transgressões dos homens.

Jesus Cristo, quando estava agonizando na cruz, não odiou seus algozes, mas orou:

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Jo 23.34).

Jesus perdoou a mulher apanhada em adultério.

Respondeu ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais. Jo 8:11


A tolerância verdadeira consiste em:

• Amar o pecador e lhe dar oportunidade de arrependimento.

No contexto bíblico, amor não é sinônimo de impunidade, assim como paciência não é o mesmo que relaxamento.

Amar o pecador e ser paciente com ele, dando-lhe oportunidade de arrependimento, não significa tolerar o pecado e nem excluir a disciplina. A oportunidade de arrependimento deve vir acompanhada de uma advertência energética contra o pecado, a fim de que o pecador possa reconhecer, sentir e confessar a sua culpa, desejando não mais praticar a transgressão.


O Cristão Pode Julgar?

Os militantes da tolerância pós-moderna dizem que não. Mas, as Escrituras Sagradas afirmam algo bem diferente.

É dever do cristão julgar de acordo com as Sagradas Escrituras.

• João 7:24 - Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.

• Lucas 12:57 - E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?

• 1 Coríntios 1:15 - Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo.

• 1 Coríntios 5:12 - Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro?

• 1 Tes 5:21 – Julgai todas as coisas, retende o que é bom.

• 1 João 4:1 - Não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.

O cristão não pode julgar em desacordo com as Escrituras.

1. Julgamento hipócrita – Mt 7:5; Rm 2:1

2. Julgamento superficial – Jo 7:24; 1 Tm 5:19

3. Julgamento difamatório – Tg 4:11


O Julgamento envolve dois fatores principais.

1. Primeiro, o cristão observa, depois avalia o que observou, considerando os aspectos ou implicações e, por último, chegando a uma conclusão, expressa uma opinião com respeito a se o que observou é bom ou ruim, certo ou errado.

2. O segundo fator principal envolvido no julgamento é o da sentença. Essa parte compete a Deus, o supremo Juiz de todos os homens. Se o juiz descobre que o acusado é culpado do crime, então ele o sentencia a um castigo apropriado. Se o juiz descobre que o acusado é inocente, então o deixa livre de castigo, dando-lhe a sentença de liberdade.

Ao dizer que o cristão deve julgar, temos em mente primariamente o primeiro sentido de julgar, ou seja, o de decidir o que é certo e o que é errado, o bem e o mal. Todo julgamento cristão deve envolver tal determinação. O segundo sentido pertence a Deus – Tg 4:12. Somente em poucos casos nosso dever de julgar envolverá também o pronunciamento de uma sentença disciplinar em nome do SENHOR. Mt 16:19; 1 Co 5:13


Conclusão

1- Julguemos então pela reta justiça! A Escritura é a única base para a nossa moralidade.

Julgar usando outro padrão que não a Palavra de Deus é errado. Usando a Palavra de Deus, devemos julgar o pecado como sendo pecado, sabendo que o nosso julgamento estará de acordo com o julgamento de Deus no Dia do Trono Branco, pois ele também usará sua Palavra como seu padrão de julgamento. Jo 12:48

2- Cuidado com aqueles que, ao contrário de Jesus:

 Não se opõem ao pecado;

 Aprovam o pecado;

 Sancionam o pecado;

 Abençoam o pecado.


Ensinar a tolerância ao pecado é ser conivente com o erro e se posicionar contra a justiça de Deus. O pecado pode até ser aceito por leis humanas e incentivado pelos governantes e dominadores deste mundo tenebroso, mas jamais será tolerado por Deus. O pecado é tão grave que leva o pecador à condenação eterna se não houver arrependimento. Isso explica o porquê da primeira expressão do evangelho: “Arrependei-vos” - (Marcos 1:15).


SEMPRE ALERTA!

 


O Espiritualizante

Posted by BenneDen on November 16, 2017 at 10:25 AM Comments comments (0)



Na Seara do Senhor há trigo e joio, o espiritual e o “espiritualizante”.


O crente espiritual é sensato e equilibrado. Seu interior está investido de santidade e o seu exterior está revestido de humildade. Alicerçado na Bíblia, ele sabe o momento de falar e de calar, de orar e de agir; no barco da vida ele discerne quando é preciso remar ou repreender os ventos, porque vive na direção do Altíssimo.


O indivíduo “espiritualizante” é uma coisa que parece, mas não é. Ele não diferencia o natural do espiritual, simplesmente espiritualiza tudo. Não importa se a situação exige simplesmente uma resposta humana, uma palavra ou ação, esse indivíduo transfere tudo para a dimensão espiritual.

O “espiritualizante” não perde oportunidade para mostrar a todos a sua "espiritualidade" superior, por isso está sempre pronto para ensinar, pregar, profetizar, admoestar, repreender e determinar em nome do SENHOR. Mesmo vazio do Espírito e sem domínio das Sagradas Escrituras, segue falando bobagens ornamentadas de chavões religiosos, querendo transparecer que vive em profunda intimidade com Deus.


Portanto...


SEMPRE ALERTA!



CORRENDO CONTRA O TEMPO

Posted by DENIS FROTA (BenneDen) on April 17, 2016 at 1:20 PM Comments comments (0)




Texto: Filipenses 3:13-14

“Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.

 

Introdução

“No princípio, Deus criou os céus e a Terra”. (Gn 1:1). Aqui começa a criação: tempo, espaço e matéria.

Toda a criação tem um princípio, uma duração e um fim. A vida na Terra é uma jornada condicionada ao tempo, onde as pessoas, audaciosas ou cautelosas, estão seguindo para algum lugar.

Os seres humanos nascem, crescem e morrem. Debaixo do Sol, há uma porção de tempo para cada um de nós, antes de adentrarmos na Eternidade.

A primeira pergunta é “Como estou gastando a minha porção de tempo”? Vivendo assim, estou pronto para entrar na Eternidade?

 


I- Embaraços no Tempo

Cada um tem uma porção de tempo para se preparar quanto à eternidade. Todos nós estamos correndo contra o tempo. Não há tempo a perder porque tudo agora terá consequências na eternidade,

Vejo que há duas Situações Perigosas Na Vida Cristã quanto à forma de "viver a nossa porção de tempo": 1ª Quando Vivemos Presos ao Passado; 2ª Quando Vivemos Sobrecarregados no Presente.

A. Muitos olham somente para o que ficou para trás.

1. Uns para se lamentar por seus equívocos, seus fracassos, sua má sorte;

2. Outros para gloriar-se em seus triunfos e se engrandecer.

 

B. Outros vivem somente para o aqui e agora.

1. A vida é totalmente gasta no mundo presente em coisas fúteis, temporais e perecíveis.

2. Não dão importância à eternidade; não planejam, não investem, não constroem nada para o futuro espiritual de suas vidas.

 


II - Atitudes Corretas com Relação ao Tempo

Paulo entendeu muito bem que atitude o crente deve tomar com relação ao tempo. Sua conclusão pode ser resumida em dois pontos: 1) Deixar para trás o que passou; 2) Prosseguir para o Alvo da Soberana Vocação. Desejo desdobrar esse pensamento  em 3 atitudes corretas a serem praticadas em nosso tempo de preparo.


2.1. Aprender com o Passado – Experiência, conhecimento e maturidade –

 

 Ser grato a Deus por tudo que passou;

 Desapegar-se das demais coisas – cortar o vínculo com o que passou.


 

2.2. Por de lado o excesso de peso do Tempo Presente

Hebreus 12:1 diz: "Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta"

 

Há montanhas para escalar, rios para cruzar, e batalhas para lutar. Por isso precisamos Viver com Leveza:

 Despojar-se de todo excesso de peso;

 Carregar somente aquilo que é necessário.

 

"Livrar-nos de todo peso e embaraço”. Temos que aliviar a carga do nosso coração e da nossa mente e focar nossas afeições nas coisas do alto (ver Colossenses 3:2).


3. Prosseguir Para o Alvo de Nossa Soberana Vocação

3.1. Há Um caminho proposto por Deus.

Fomos feitos para uma Missão. Fomos chamados para um propósito. Há um Caminho a seguir, há um alvo a alcançar, há um destino proposto.

Não fomos criados por acaso. Tudo na criação tem um propósito definido. Podemos não saber nossa vocação ou sermos iludidos, enganados e afastados do Caminho do Senhor, seguindo outras vozes. A Bíblia é o mapa de Deus para nos guiar no caminho certo. Ef 5:17

3.2. Há Um galardão para recebermos. Paulo sempre via a coroa. Via adiante o dia em que haveria de estar com o Senhor, e receber seu galardão.

O caminho cristão é um caminho de alegria, mesmo em tempos de dificuldades porque “ a alegria do Senhor é a nossa força” (Neemias 8:10). Essa alegria é provocada pela presença do Senhor em nossos corações e se torna mais vívida quando sabemos nossa vocação e olhamos para o alvo de nossa soberana vocação, a imarcescível coroa da glória.


Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. I Tm 4:7

Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos. I jo 3:2

 


Conclusão:

1) Corte o vínculo com o passado – não viva de maná envelhecido;

2) Não sobrecarregue sua vida no presente;

3) Continue seguindo em frente. É preciso esforço para avançar. Siga na fé, na total dependência de Deus, sem perder de vista o Alvo que nos está proposto.

Fazendo assim, sua vida vai valer a pena cada dia de caminhada.

Fazendo assim, haverá um grande júbilo no final.

 


Tempo Negativo?

Posted by DENIS FROTA (BenneDen) on April 16, 2016 at 9:25 AM Comments comments (0)


Alguns profetas do Antigo Testamento viajaram no tempo; eles passaram por experiências extraordinárias de êxtases e arrebatamentos espirituais.

 

 

Nota

Êxtase é um estado psíquico-espiritual pelo qual a pessoa fica, parcial ou totalmente, imersa no mundo espiritual.Não há perda de consciência e sim uma mudança de percepção dimensional, pois a mente humana transita entre o estado “físico-psíquico” e a realidade “psíquico-espiritual”. Há experiências extáticas em que o espírito do homem é arrebatado para a dimensão espiritual (Ap 21:10). E por último, há casos de trasladação física. (2 Rs 2:11; Hb 11:5).

 

 

Além das visões sobrenaturais e das revelações diretas de Deus, alguns videntes foram espiritualmente transportados para o futuro e puderam descrever com detalhes proféticos o que iria acontecer centenas de anos depois.

 

No Novo Testamento há registros, em menor número, de alguns discípulos de Jesus Cristo que tiveram experiências semelhantes; Paulo e João estão entre eles.

 

Quando o profeta  era arrebatado à dimensão espiritual, todas as limitações físicas inerentes à criação, incluindo: tempo, espaço, velocidade, desapareciam completamente. (Ez 8:1-3).

 

 

Meu questionamento paira não na possibilidade física ou espiritual de viajarmos no tempo,  mas no porquê todas as narrativas bíblicas sobre o assunto só apontam o futuro, nunca o passado.Vários homens de Deus “viajaram” no tempo positivo, sempre em direção ao futuro, mas não há um só registro bíblico de uma "viagem" ao passado.

 

Será que não existe o tempo negativo? Será isso um mistério silenciado por Deus aos homens ou ainda não conseguimos esquadrinhar a Bíblia o suficiente até descobrirmos as respostas?


 

 

E a Ciência o que diz?

 

Einstein já postulou no século passado, que há deformações no tempo e no espaço quando se viaja a velocidades muito elevadas. E é por essas - e outras - que a teoria da relatividade de Einstein é muito interessante.

 

Para Isaac Newton, existia apenas um tempo universal avançando para o futuro numa marcha contínua e irreversível, como um relógio perfeito. Einstein provou que não é isso que acontece no mundo. O tempo deixou de ser absoluto e, como conseqüência, a possibilidade de viajar no tempo deixou de ser vista como algo absurdo.

 

Há fenômenos que acontecem no dia-a-dia que parecem ter uma ordem cronológica intríseca, isto é, só fazem sentido se ocorrem em um sentido: passado->futuro. Porém, ao mesmo tempo, as teorias físicas que regem esses fenômenos são invariantes no tempo, e isso significa que você pode aplicar a mesma equação para descrever o fenômeno sendo ele considerado no sentido passado: ->futuro ou futuro->passado. Surge então a pergunta: Por que não vemos esses fenômenos ocorrendo no sentido Futuro ->Passado?

 

Aí é que entra a flecha-do-tempo. Ela é um conceito físico que não pode ser medido, mas apenas é sentido por todos nós, no nosso subconsciente.

 

Hoje os cientistas tentam identificar o quê nos faz sentir a flecha do tempo, e porque temos a impressão de que o tempo passa. Passa para onde? Veio de onde?

 

As equações de Maxwell admitem o uso de tempo negativo, ou seja, regredindo. As equações não alteram de resultado, apenas mostram que o campo eletromagnético passa de transmitido para recebido.

 

 

Se para avançar no futuro só é preciso construir espaçonaves mais rápidas, quando será possível voltar no tempo? Quando se trata de retroceder no tempo, o problema não só se restringe à tecnologia, mas também às incertezas teóricas que ainda persistem sobre a verdadeira natureza do tempo.

 

Os pesquisadores modernos propõem que eventos que dessem marcha a ré no tempo, indo para o passado, reduziriam a entropia, não podendo deixar qualquer vestígio de terem ocorrido, o que equivale a não terem de fato ocorrido.

 

Termodinamicamente falando, sempre que dois corpos de temperaturas desiguais são postos juntos, a energia flui entre eles até igualar as duas temperaturas. Associado com essa difusão de calor está um aumento na quantidade conhecida por entropia. Tanto quanto saibamos, o calor nunca flui espontaneamente no sentido inverso, e a entropia do Universo está sempre aumentando.

 

Reverter a flecha do tempo seria equivalente a diminuir a entropia, por exemplo, se um objeto a uma temperatura uniforme espontaneamente se aquecesse em um ponto e se resfriasse em outros.


 

 

Conclusão Especulativa

 

Parece que a matéria espaço-tempo positiva só pode existir abaixo da velocidade da luz, ou no universo espaço-tempo físico. A esfera espaço-tempo negativo será composta por partículas que se deslocam a velocidades maiores que a da luz.

 

Diante disso, podemos especular que esse universo espaço-tempo negativo poderá ser o universo de uma dimensão espiritual; de massa negativa e entropia negativa, onde o grau de desorganização tende a zero, por outras palavras, tende a ser“imutável” ou “eterno”.

 

A Bíblia diz que Deus habita em luz inacessível. É bem provável que estejam implícitos nesta afirmação,  dimensões e níveis espirituais.


Creio que cada ser criado está adaptado a sua esfera de existência. Os peixes, por exemplo, vivem nas águas; alguns em águas doces, outros em águas salgadas rasas ou profundas. Eles não podem viver na terra, assim como os animais terrestres não estão adaptados para mudarem seu habitat para as águas; os anjos vivem numa dimensão na qual os homens mortais não podem penetrar; e Deus está numa dimensão gloriosa, muito acima dos anjos querubins, em luz inacessível. I Tm 6:16.


O homem sozinho, com sua própria sabedoria e força ou mesmo com o apoio de todo o aparato tecnológico e científico disponível, não consegue viajar no tempo e adentrar um milímetro pelos portais da eternidade em direção a Deus. É preciso que Deus venha até o homem ou o chame à Sua presença.


 

 

BenneDen


Como Conhecer a Deus Sem a Biblia?

Posted by DENIS FROTA (BenneDen) on February 20, 2013 at 6:00 PM Comments comments (0)

 

A revelação geral lida com o que Deus comunica universalmente a toda a humanidade. O aspecto externo da revelação geral é que Deus deve ser a causa ou a fonte de tudo que existe. Porque essas coisas existem, e deve haver uma causa para a sua existência, Deus também deve existir. Romanos 1:20 diz: "Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis." Todos os homens e mulheres em toda parte podem observar a criação e saber que Deus existe. Salmo 19:1-4 explica ainda que a criação de Deus fala claramente em uma linguagem que todos entendem. "Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz" (versículo 3). A revelação da natureza é clara. Ninguém pode escusar-se por causa da ignorância. Não há nenhum álibi para o ateu, e não há desculpa para o agnóstico.


 

Um outro aspecto da revelação geral – aquilo que é revelado a todos - está na presença da nossa consciência. Isso é interno. "Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou" (Romanos 1:19). As pessoas, por possuírem uma parte imaterial, estão conscientes da existência de Deus. Estes dois aspectos da revelação geral são ilustrados em muitas histórias de missionários conhecendo tribos indígenas que nunca viram uma Bíblia ou ouviram falar de Jesus. No entanto, quando o plano de salvação lhes é apresentado, eles sabem que Deus existe porque veem evidência dEle na natureza, e sabem que precisam de um Salvador porque as suas consciências os condenam de seus pecados e de sua necessidade dEle.


 

Além da revelação geral, há uma revelação especial que Deus utiliza para mostrar à humanidade sobre Si mesmo e Sua vontade. A revelação especial não vem a todas as pessoas, mas apenas para certas pessoas em determinados momentos. Alguns exemplos das Escrituras de revelação especial incluem lançar sortes (Atos 1:21-26, também Provérbios 16:33), o Urim e Tumim (um tipo especial de sortes usado pelo Sumo Sacerdote, veja Êxodo 28:30; Números 27:21, Deuteronômio 33:8; 1 Samuel 28:6 e Esdras 2:63), sonhos e visões (Gênesis 20:3,6; Gênesis 31:11-13,24; Joel 2:28), aparições do Anjo do Senhor (Gênesis 16:7-14; Êxodo 3:2; 2 Samuel 24:16; Zacarias 1:12) e o ministério dos profetas (2 Samuel 23:2; Zacarias 1:1). Essas referências não são uma lista exaustiva de todas as ocorrências, mas devem servir como bons exemplos deste tipo de revelação.


 

A Bíblia como a conhecemos é também uma forma de revelação especial. No entanto, ela pertence a uma categoria por si só porque torna as outras formas de revelação especial desnecessárias para hoje. Até mesmo Pedro, o qual, juntamente com João, presenciou Jesus conversando com Moisés e Elias no Monte da Transfiguração (Mateus 17, Lucas 9), declarou esta experiência especial como sendo inferior à "palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos" (2 Pedro 1:19). Isso é porque a Bíblia é a forma escrita de todas as informações que Deus quer que saibamos sobre Ele e Seu plano. Na verdade, a Bíblia contém tudo o que precisamos saber para ter um relacionamento com Deus.


 

Portanto, antes da Bíblia como a conhecemos estar disponível, Deus usou muitos meios para revelar a Si mesmo e a Sua vontade para a humanidade. É incrível pensar que Deus não usa apenas um meio, mas muitos. Faz-nos gratos que hoje temos a Palavra escrita e preservada de Deus. Não estamos à mercê de alguém nos dizendo o que Deus disse, podemos por nós mesmos estudar o que Ele disse!


 

Naturalmente, a mais clara revelação de Deus foi o Seu Filho, Jesus Cristo (João 1:14, Hebreus 1:3). Jesus tomando a forma humana para caminhar nesta terra entre nós revelou muito sobre Deus. Quando Ele morreu por nossos pecados na cruz, ficamos sem quaisquer dúvidas de que Deus realmente é amor (1 João 4:10).


 

Fonte:

http://www.gotquestions.org/portugues/conhecer-Deus-antes-Biblia.html


Manifesto aos Pastores do Brasil

Posted by DENIS FROTA (BenneDen) on February 27, 2012 at 6:40 PM Comments comments (2)


Manifesto Aos Pastores Evangélicos do Brasil

Entendo perfeitamente a dor e a indiganação dos pastores sérios que lutam pela preservação da fidelidade dos cristãos ao Evangelho de Jesus Cristo. Eu também sinto essa dor e estou profundamente triste com a situação da igreja evangélica no Brasil. Algo tem que ser feito e rápido, caso contrário, em poucos anos estaremos totalmente imersos na apostasia.


 

Um grande número de denominações ditas evangélicas, notadamente mais visíveis no círculo neo-pentecostal, insiste com práticas e doutrinas incompatíveis com o Evangelho, diferenciando-se ao extremo das denominações cristãs históricas e pentecostais clássicas.

Não podemos negar que nesse meio há grupos sérios e comprometidos com o Evangelho do Reino de Deus, mas a visão do todo é de algo que parece mas não é, que ilude e confunde os mais desavisados e que gera uma imagem distorcida do Cristianismo.


Esse sistema religioso que prolifera dentro do cristianismo, sem uma identidade espiritual clara e definida, incorpora em seu âmago litúrgico (e teológico) a diversidade cultural e religiosa do meio, carregando um pouco de Deus, um pouco do Diabo, do mundo e da carne, numa mistura que ilude a alma, deforma o espírito, confunde a massa e impede a salvação.


Como consequência, homens naturais (sem Deus) e carnais (sem vida no Espírito) estão superlotando as igrejas ditas evangélicas.

 

A verdade é que vivemos o início de uma apostasia final. Paulo escreve que, nos últimos tempos, a própria Igreja estará se desviando dos propósitos de Jesus Cristo, distorcendo o evangelho de modo a aceitar o que é ilícito como se fosse normal, desviando as pessoas do genuíno evangelho do Senhor Jesus Cristo. (I Tm 4:1-4)


A apostasia é uma contaminação espiritual poderosa, planejada por Satanás, no intuito de nutrir nos santos:

 

  • Uma racionalidade herética, humanista ou ateista;
  • Uma afetividade mesclada de sentimentos de rebelião, desamor e uma super valorização dos prazeres carnais;
  • Uma vontade que  renuncia a fé e entrega-se conscientemente à servidão do velho homem.

 

A apostasia, além do estrago espiritual irrecuperável do "indivíduo apóstata" diante de Deus, faz com que a igreja seja desacreditada e ridicularizada diante dos homens.


Gradativamente esse sistema invasor substituiu espiritualidade por religiosidade com uma habilidade tão fantástica que ainda hoje confunde os santos. O sistema invasor sobrevive na aparência, no exterior de uma religiosidade que fala de Deus a todo instante, mas que está vazia Dele. Um sistema religioso humanista, materialista, mercadejante da fé, ambicioso e liberal. Algo carnal que busca supremacia em contínua deformação da imagem de Cristo.


 

Esse sistema invasor gera seres religiosos e carnais, espiritualmente deformados, por viverem fora dos padrões absolutos de Deus. Religiosos que não vivem sob o Senhorio de Jesus Cristo e que não se submetem aos mandamentos da Palavra. Avançam em seus próprios pensamentos carnais, perdendo dia a dia, os valores absolutos da Bíblia Sagrada. Rompem com as instituições históricas e com suas lideranças, abandonam valores milenares, quebram paradigmas, abraçam o relativismo e supervalorizam o eu.

 

Até onde pode haver unidade evangélica em uma pluralidade carnal e até pagã de denominações ditas evangélicas?

 

Repito: “Entendo perfeitamente a dor e a indiganação dos pastores sérios que lutam pela preservação da fidelidade dos cristãos ao Evangelho de Jesus Cristo”. Algo tem que ser feito, apesar do enorme atraso, pois deixamos o fermento levedar. Por muito tempo ficamos refugiados em nossos templos como meros expectadores desse caos. Algo tem que ser feito. É preciso que se faça a diferença de quem é quem. Mas, qual deve ser a postura correta de um pastor comprometido com o Evangelho de Jesus Cristo e Sua Igreja? Fugir, abandonar o meio evangélico, permanecer omisso e deixar tudo a gosto do inimigo, até que o diabólico fermento levede toda a massa evangélica?


Creio que chegou o tempo da liderança evangélica brasileira empenhar esforços para  Redirecionar a Igreja à Palavra, ao Senhorio de Cristo e à vida no Espírito. Com humildade e temor sugiro que:


1-A igreja deve pregar a simplicidade do Evangelho de Cristo. Essa simplicidade não significa superficialidade, mas a nossa fidelidade à doutrina bíblica e ao estilo de vida de Jesus e dos primeiros cristãos. (2 Co 11:3)


2-A igreja deve pregar o Evangelho completo e não se deter somente em uma ou duas doutrinas, enfatizando-as sobremaneira ao ponto de transparecer que os demais temas do Evangelho são desnecessários ou irrelevantes. (2 Tm 3:16)


3-A Igreja deve entender  que é possível a unidade na diversidade eclesiástica, retomando a consciência de que nenhum grupo denominacional é acionista majoritário do Reino de Deus e nem detentor exclusivo da verdade, seja pela a sua historicidade, seja pelo seu patrimônio econômico-financeiro ou pelo número de membros congregados. É preciso ficar claro que cada grupo, composto de crentes fieis, grande ou pequeno, famoso ou anônimo, compreende-se como uma congregação local dos membros da Igreja de Jesus Cristo e, como tal, integrante e participante da universal, una, santa e apostólica Igreja do Senhor Jesus nesta terra e que, como irmãos, somos simplesmente peregrinos seguindo o Caminho para a Casa do Pai.


Que Deus nos conceda graça para assim cremos e agirmos. Amém! 



BenneDen - Pastor Sênior da Comunidade de Nova Vida


Clonagem Humana

Posted by DENIS FROTA (BenneDen) on February 27, 2012 at 12:50 PM Comments comments (0)

A Questão

 

A clonagem não é uma questão de solução fácil. Há muitos pontos obscuros a esse respeito e que ainda precisam primeiro ser detectados para que uma opinião mais abrangente possa finalmente ser elaborada.

 

A questão mais difícil que envolve a clonagem terapêutica é a determinação sobre em que momento começa a vida. Assim, será que o blastocisto (embrião) já pode ser considerado um ser vivo ou somente no momento em que ocorre a formação do feto é que podemos dizer que há vida? Será que temos o direito de criar um embrião para servir de banco de células e não deixá-lo viver? Será que não seria sacrificar um ser para salvar outro? Estas são algumas das questões mais polêmicas com que estamos lidando.


Em nosso entendimento, os embriões já são seres humanos, ainda que em formação. A questão de estarem congelados não muda esse fato. Assim, o descarte desses embriões é assassinato, pois no momento em que foram concebidos passaram a ter direito à vida.

Se as técnicas de clonagem terapêutica conseguirem trabalhar com células-tronco sem ser necessário gerar um embrião para ser banco de células, somos favoráveis à clonagem, caso contrário, somos totalmente contra.


 

A Posição da CNV

 

A clonagem humana deve ser proibida porque:

 

1) A clonagem humana representa a utilização e a comercialização de seres humanos como se fossem produtos de consumo.

 

2) A clonagem humana criaria uma classe de seres humanos que existiriam não como fins em si mesmos, mas como meios de realizar os objetivos dos outros.

 

3) A clonagem humana representaria, tecnologicamente, a porta de entrada para a realização de mais manipulações e controle genético de seres humanos.

 


Aborto

Posted by DENIS FROTA (BenneDen) on February 27, 2012 at 12:40 PM Comments comments (0)

A Questão

 

A vida foi criada e dada por Deus (Gn 1.27,28; At 17.26). Deus escolhe pessoas desde o ventre (Ex. Is 49.1; Jr 1.5; Lc 1.15; 1.31-35).

Há várias passagens bíblicas que declaram qual a visão de Deus sobre o aborto. Jeremias 1:5 nos diz que Deus nos conhece antes de nos formar no útero. Em Êxodo 21:22-25 lemos que Deus dá a mesma pena à pessoa que comete um homicídio e para quem causa a morte de um bebê no útero. Isto indica claramente que Deus considera um bebê no útero como um ser humano tanto quanto um adulto.


Para o cristão, o aborto não é uma questão sobre a qual a mãe tem o direito de escolher. É uma questão de vida ou morte de um ser humano feito à imagem de Deus (Gn 1:26-27; 9:6).

E nos casos de estupro ou de incesto, pode-se praticar o aborto? Um erro não conserta o outro. A criança resultante de estupro/incesto pode ser dada para adoção por uma família amável incapaz de ter filhos por conta própria – ou a criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez, o bebê não deve ser punido pelos atos malignos do seu pai.

Abortar é tirar a vida de um ser humano, pois a Bíblia mostra que a vida começa na concepção. Deus nos forma quando estamos ainda no ventre da nossa mãe ("Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste no ventre da minha mãe." Sl 139.13).


 

A Posição da CNV

O aborto é definitivamente errado.

 

O que não consideramos aborto como ato de matar:

1) O aborto natural, quando provocado por doença e morte do feto;

2) O aborto acidental, provocado por queda, pancada, susto, etc.,

3) O aborto terapêutico, quando esgotados todos os recursos médicos, para salvar a vida mãe.